Meu notebook estava com defeito, e só ia ser consertado semana que vem quando, de férias, estarei em Goiânia, perto do meu irmão gênio do computador. Aí meu filho que não é gênio nem nada veio passar dois dias comigo, e deu uma olhada: "mãe, o drive de CD tá carregando antes do HD. Inverti e vai funcionar". E funcionou.
=D
Feliz da vida. Estou postando porque sinto-me em falta não só com você, que passa por aqui, como também comigo mesma. Amanhã faria um mês sem postar, e por mais que não ande inspirada, nunca fiquei tanto tempo sem escrever.
Li, em um blog que andei visitando e que agora não consigo encotrar de jeito nenhum, alguns temas para postagens de fim de ano, que eu queria muito seguir - mas não há o que me faça encontrá-los, então... não vai ser este ano.
O natal veio e se foi. E consegui não me exceder: estabeleci limites para compra de presentes (pra quem me acompanha, sabe que eu não iria comprá-los), e pessoas a quem presentear:
1. para minha mãe, dei o meu GPS. O smartfone que comprei tem GPS, minha mãe não tem, então... voilá, nada mais simples, não?
2. para os filhos, ainda não dei nada. Acho que vou dar $50 para cada um.
3. para os sobrinhos, estabeleci um máximo de $20. São seis sobrinhos (mais um a caminho), então no máximo $120, no total.
4. para o meu bem ainda não sei o que comprar. Viajaremos juntos, e durante a viagem me decido.
A boa notícia, pra mim, é que não comprei mais nada. Gastei com a viagem até a casa do Sandro, onde passamos o natal, mas isto faz parte.
E a notícia melhor ainda é que estou muito mais consciente. Muito mais responsável. E muito mais certa de que este ano está sendo muito bem.
Quero muito desejar a cada uma de vocês que vem aqui um ano novo especial - que seja repleto de pequenas alegrias e realizações - porque na verdade é disto que são feitas as grandes felicidades.
Especialmente pra Ziula e pra Marina, de quem me sinto amiga de longa data, um grande 2012!
E para todos, um grandenorme beijo de "F E L I Z A N O N O V O ! ! !"
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
A história das coisas...
A primeira vez que ouvi falar sobre este vídeo, foi através do meu amigo Pujol. Ele colocou no FB a versão original, em inglês. Sim, eu confesso. Meu inglês é sofrível, mal dá para me comunicar em situação de emergência. Então, não dei a ele o verdadeiro valor.
Aí, fui na consulta com meu médico de família, que eu AMO, o dr. Sérgio. Prá quem não sabe o que é um "médico de família", a CASSI explica. Ele é daqueles profissionais da saúde que abundavam na época do meu avô e que são raros hoje em dia: os que se importam. Os que olham para o paciente e enxergam ali um ser humano. Ele é daqueles médicos que conversam com você, escutam o que você diz (e o que você não diz) e analisam você como pessoa, como um todo, não apenas "mais um". E faz parte daqueles que acreditam que a alma tem que ser cuidada também.
E contei pra ele do meu compromisso. E do blog. E ele me falou sobre este vídeo, e sobre outro, muito interessante (espanhol) que fala de obsolescência (este vídeo aqui também aborda), aí fui procurá-los, e hoje partilho o primeiro com vocês.
Talvez vocês já o tenham visto. Se não viram, vale a pena!!! Sério. São pouco mais de vinte minutos (tá, eu sei, eu sei, VINTE MINUTOS???, mas é muito bom, mesmo) que nos fazem pensar bastante.
Um bom sábado para todos!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Compartilhando
Estou lendo o livro "Organize-se num minuto", emprestado pela Marina.
Quero compartilhar a página 208 com vocês.
Há também um texto extremamente interessante no Mulher 7x7 que fala sobre nossa "escravidão" dos supérfluos. Eu, se fosse você, ia lá ler - vale muito a pena.
Quero compartilhar a página 208 com vocês.
Há também um texto extremamente interessante no Mulher 7x7 que fala sobre nossa "escravidão" dos supérfluos. Eu, se fosse você, ia lá ler - vale muito a pena.
terça-feira, 19 de julho de 2011
72 DIAS - E uma justificativa
Do outro lado do telefone vem a pergunta:
"- Eae, desistiu, foi?"
"- Não entendi. Desisti do que???"
"- Ah, Lu, fala sério! Nem quatro meses e já desistiu??"
Caiu a ficha.
"- Não, minhamiga, não desisti. Apenas não tenho postado..."
"- O blog não era um diário?"
Foi assim que descobri que existem amigos que acompanham meu desafio sem nunca comentar. E assim também me toquei que, ao decidir fazer um diário público do meu desafio, assumi um compromisso com quem dedica um pouco do seu tempo vindo aqui acompanhá-lo, independente de seguir ou não, de comentar ou não. Claro que comentários são sempre bem vindos, bom perceber que nossas palavras não são poeira ao vento - mas independente disto, preciso lembrar do compromisso que eu assumi. Então preciso contar pra quem vem aqui ocasionalmente que não, não desisti. Apenas ando no tal do "inferno astral", angustiada, sem saber ao certo porque. E não tenho conseguido escrever. Junto com isto, estou em processo de troca de terapêuta, minhas "bolinhas" acabaram, a semana no trabalho foi "punk". Ando com saudades acumuladas de tanta coisa!
.
"Boa noite, meu nome é Lucemary, e estou há 72 dias sem compras supérfluas."
"- Eae, desistiu, foi?"
"- Não entendi. Desisti do que???"
"- Ah, Lu, fala sério! Nem quatro meses e já desistiu??"
Caiu a ficha.
"- Não, minhamiga, não desisti. Apenas não tenho postado..."
"- O blog não era um diário?"
Foi assim que descobri que existem amigos que acompanham meu desafio sem nunca comentar. E assim também me toquei que, ao decidir fazer um diário público do meu desafio, assumi um compromisso com quem dedica um pouco do seu tempo vindo aqui acompanhá-lo, independente de seguir ou não, de comentar ou não. Claro que comentários são sempre bem vindos, bom perceber que nossas palavras não são poeira ao vento - mas independente disto, preciso lembrar do compromisso que eu assumi. Então preciso contar pra quem vem aqui ocasionalmente que não, não desisti. Apenas ando no tal do "inferno astral", angustiada, sem saber ao certo porque. E não tenho conseguido escrever. Junto com isto, estou em processo de troca de terapêuta, minhas "bolinhas" acabaram, a semana no trabalho foi "punk". Ando com saudades acumuladas de tanta coisa!
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"Boa noite, meu nome é Lucemary, e estou há 72 dias sem compras supérfluas."
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Constatações
Talvez seja uma boa idéia encontrar algo para distrair do desejo incontrolável de comprar. Quando digo “desejo incontrolável”, não me refiro a algo parecido com a abstinência do dependente químico. É algo muito mais sutil, e ainda assim, muito mais forte – porque acontece sem percepção. A gente não sai de casa com aquela zica de “eu quero comprar, eu preciso comprar”. A gente sai, vê um sapato bonito (muitas vezes parecido com um que tem em casa), resolve experimentar e pronto. Nos vemos a caminho de casa com uma sacola a mais na mão. Chegando em casa colocamos o sapato, andamos pra lá e pra cá testando seu conforto e o guardamos, por vezes até mais de um mês sem estreiá-lo – o que é um claro sinal de que não precisávamos dele naquele momento. Usei o sapato como exemplo, mas isto acontece com acessórios, cachecóis, e eticétera e tal. É inconsciente, na verdade, por isto mesmo insidioso e nocivo.
A segunda coisa a fazer é tomar consciência de que agimos assim. Que fazemos aquisições impulsivas, sem percepção crítica.
E finalmente buscarmos algo que sirva como “escape”. Algo que nos dê prazer, e assim substitua aquele prazerzinho meio mórbido de comprar, comprar, comprar. Que tal começar a academia que temos protelado por tanto tempo? Ou começar a correr (podemos até nos tornar maratonistas!)? Ou começar a nadar? Ou aula de teatro, judô, caratê, boxe? Pintura, música, artesanato, reciclagem? Ou uma atividade voluntária? Que tal contar histórias para crianças órfãs, ou um dia de dedicação a um asilo no município? Eu, do meu lado, tenho conseguido canalizar para a escrita e a organização: tenho buscado manter o compromisso de escrever ao menos três vezes por semana, e o maior compromisso é o de organizar minha casa – e nossa! Não dá pra contar o prazer que traz cada cantinho que consigo finalmente organizar!!! Para isto, aliás, tenho visitado alguns blogs interessantes – e estou lendo o primeiro de dois livros muito bons emprestados pela Marina: “Organize-se num minuto” e “Jogue cinquenta coisas fora”. Que fique claro que não sou devoradora de livros de auto ajuda, ok? Mas estes trazem dicas realmente preciosas para alguém que, como eu, não consegue se organizar. Aliás, qualquer dia falarei sobre isto aqui.
Então, pessoas lindas do meu core, estas constatações de que o tempo utilizado em bater pernas “pelos shoppings da vida em busca de algo” (lembrei do Milton!) pode ser muito melhor utilizado para coisas que nos dão prazer mais duradouro e muito maior sensação de realização foram renovadoras.
*Escrevi este texto há pouco mais de uma semana, quando estive na Renner e na C&A para pagar parcelas vincendas. Não preciso nem dizer da tentaação que foi, né?
A segunda coisa a fazer é tomar consciência de que agimos assim. Que fazemos aquisições impulsivas, sem percepção crítica.
E finalmente buscarmos algo que sirva como “escape”. Algo que nos dê prazer, e assim substitua aquele prazerzinho meio mórbido de comprar, comprar, comprar. Que tal começar a academia que temos protelado por tanto tempo? Ou começar a correr (podemos até nos tornar maratonistas!)? Ou começar a nadar? Ou aula de teatro, judô, caratê, boxe? Pintura, música, artesanato, reciclagem? Ou uma atividade voluntária? Que tal contar histórias para crianças órfãs, ou um dia de dedicação a um asilo no município? Eu, do meu lado, tenho conseguido canalizar para a escrita e a organização: tenho buscado manter o compromisso de escrever ao menos três vezes por semana, e o maior compromisso é o de organizar minha casa – e nossa! Não dá pra contar o prazer que traz cada cantinho que consigo finalmente organizar!!! Para isto, aliás, tenho visitado alguns blogs interessantes – e estou lendo o primeiro de dois livros muito bons emprestados pela Marina: “Organize-se num minuto” e “Jogue cinquenta coisas fora”. Que fique claro que não sou devoradora de livros de auto ajuda, ok? Mas estes trazem dicas realmente preciosas para alguém que, como eu, não consegue se organizar. Aliás, qualquer dia falarei sobre isto aqui.
Então, pessoas lindas do meu core, estas constatações de que o tempo utilizado em bater pernas “pelos shoppings da vida em busca de algo” (lembrei do Milton!) pode ser muito melhor utilizado para coisas que nos dão prazer mais duradouro e muito maior sensação de realização foram renovadoras.
*Escrevi este texto há pouco mais de uma semana, quando estive na Renner e na C&A para pagar parcelas vincendas. Não preciso nem dizer da tentaação que foi, né?
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